quarta-feira, 22 de abril de 2009

Opa

De vocês, meus ávidos leitores, espero a desculpa pela minha ausência. Havia muito a ser feito ultimamente, e digo orgulhosamente que fiz tudo, e um pouco a mais. De uma forma ou de outra, depois de um bom descanso do trabalho sempre exaustivo que foi manter esse blog, volto com pouco a ser dito, mas prometendo que o porei em muitas palavras.

Essa semana foi o suficiente pra confundir muito do pouco que eu sabia, e confirmar algumas certezas que eu achava ter, mas agora tenho certeza. E se você que está lendo espera qualquer coisa menos vaga que isso, sugiro que pare por aqui. Pronto, filtrados os leitores menos interessados, aqui começo a narrativa metafórica dos meus dilemas internos, mesmo sabendo que não é daqui que virão respostas.

Acho que o mais justo é eu começar dizendo que estou bem confuso com o que fazer. Ainda bem que tenho minha filosofia pra me ajudar a não pensar muito nessas perguntas sem respostas: tudo se resolve, desde que se faça o óbvio. Tem funcionado bem até agora, exceto mais recentemente, quando meu senso de moral conflitou com minha vontade crua, e o óbvio não ficou tão aparente quanto o possível. Eis que hoje finalmente o fiz: o óbvio mais óbvio que havia, o óbvio sugerido pelo Id e condenado pelo Superego, o óbvio.

E ao fim de uma pseudo-semana bem satisfatória, foi pondo a satisfação instantânea em primeiro lugar (será que deveria tê-lo feito?) que me separei da confusão primária, abrindo a porta para que diversas outras formas de aleijamento mental viessem para me deixar ainda outra vez em xeque. Mas aposto que tudo ainda se resolve, provando ao meu colega pessimista o quão errado ele está, de uma vez por todas. Me desculpem, sem poemas hoje.

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