Faz tempo pra burro que ninguém posta nada aqui. Assim sendo, é na esperança de inspirar o antagonista que venho hoje com uma de minhas poucas obras literárias, originalmente feita pra ser um 'capítulo' de uma grande composição lírica tematizada no Brasil. Chega de enrolar, aí vai:
Aos patriófobos
Ingrato, cospe o filho parricida
Na face já alagada do vão pranto
Da Terra que encontrou desgosto tanto
Na prole que gerou durante a vida
E com de joalheiro esmero lapida,
A polir de sua adaga cada canto
P'ra melhor trespassar o sacrossanto
Gentil seio; abrir mais outra ferida.
Da ignorância gabai-vos, ó dementes,
E do, pela Nação vossa, desprezo
Mas sabeis que a punição nunca tarda
A quem aos auri-verdes estandartes
Ataca com tão obsceno menosprezo,
População apátrida e bastarda!
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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